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Interrogando Larissa Maxine

No sensacional interrogatório desse mês falamos com a mais-que-sensacional dançarina burlesca, atriz, jornalista, musa do clipe do Matanza, atual capa da R.Nott Magazine, e muito mais: Larissa Maxine!


“Mas a gostosura da vida talvez seja essas tentativas e esses experimentos, e definitivamente a não-certeza.”

 

♦ Como, onde, quando e por quê.

 

 

Rapaz, que pergunta filosófica, né? Quem eu sou, onde eu estou… Eu acho que a melhor forma de te responder isso (risos =) é te falando sobre uma palestra do Clóvis de Barros, que ele fala que ele tava morrendo de fome, cara, uma fome do caralho, nossa, meu deus que fome! Aí ele vai lá e vê uma pamonha. Cara, ele come essa pamonha e essa pamonha estava tão incrível, estava tão gostosa, tão deliciosa que ele resolveu repetir a experiência. Mas, modificado que ele foi pela primeira pamonha, já não havia mais fome, então ele já não era mais o mesmo pois a fome já não existia mais. Se uma pamonha consegue transformar a gente, quem dirá as nossas ações do cotidiano: leituras, encontros, vivências, olhares… Então somos constantes mutantes no sentido de cotidiano em transformação.

É… acho que a gente não tem um objetivo de chegada, a gente tem um objetivo de caminho. Então assim, vamos lá: como, onde, quando e por quê. Vamos lá nesse lidão básico jornalístico!

 

Eu nasci com o nome de Larissa Priscila Jorge (sim, três nomes próprios), aturei um bullying do caralho na escola, até na faculdade… Mamãe queria Larissa, papai queria Priscila, e meu sobrenome é Jorge, a minha família é refugiada árabe. Quando eles chegaram aqui, perguntaram pro escrivão um nome bem brasileiro, o cara falou Jorge e a galera achou que era sobrenome e enfim… Virou Jorge.

 

Como, onde? Nasci em Curitiba, uma cidade super moralista, tradicionalista, a minha família é descendente de árabes, um pessoal careta pra caralho. (amo todos, tá gente? Amo todos vocês que me escutam aí.) Mas sim, Curitiba tem essa influência nazionalle. É importante a gente lembrar que Curitiba é feita por refugiados da guerra, né? Ou porque perderam, ou porque enfim… Não aceitaram. Mas de qualquer forma vieram dentro de si com muito desse “nacional”, esse nacionalismo exacerbado. Então tem muito alemão, tem muito italiano, tem muito japonês, tem muito… Tem esse eixo aí. Então a gente tem que lembrar que Curitiba, que hoje se denomina “República de Curitiba” (meu deus, eu tenho uma vergonha alheia cada vez que eu vejo isso, mas enfim…), é porque realmente as pessoas são muito moralistas. Bom, nasci em Curitiba.

Quando e por quê? 1985, 28 de março, quem quiser me mandar presente pode mandar. Por quê? Porque meu pai e minha mãe transaram, né? Foram bons nisso, fizeram vários filhos, aliás.

 

E o que que eu estudei? Eu me formei em Jornalismo na Federal do Paraná, Direito na PUC-PR, fiz Artes Cênicas no Pé no Palco, fiz banca do Sated pra tirar o registro de atriz, trabalho como atriz desde os 17, mas também já passei por redações jornalísticas. Então sempre equilibrei o Teatro com o Jornalismo. E quando criança, dançava. Fiz parte do Aginarc, que era a seleção curitibana de ginástica rítmica desportiva. Fui até premiada, ganhei um campeonato na modalidade “bola”; foi ótimo, foi incrível, bons anos aqueles. Fiz duas pós, um MBA, comecei um mestrado pela Universidade de Gênova, na Itália, que eu não terminei porque eu fui vagabunda, confesso (risos =), fiquei com saudade do Brasil, enfim, parei… Mas agora eu to retomando o mestrado, to tentando a Unicamp, onde eu to fazendo o curso de extensão em Multimeios no Instituto de Artes, e espero que se deus quiser, se tudo der certo, até 25 de março de 2018, sou mestranda na Unicamp. Tá sendo, assim, maravilhoso ter essa experiência de leitura lá, de vivência lá, os professores são ótimos, as pesquisas são muito intensas, e pra mim de nada adianta a arte sem o aprofundamento. Eu não faço o que eu faço só pra ser capa de revista. Eu faço o que eu faço porque eu quero mudar. Eu acho que quando a gente serve como espelho, né… todos nós que estamos de certa forma em cima do palco somos espelhos. E eu não quero ser um espelho quebrado e ruim não. E isso não quer dizer que eu seja perfeita, muito pelo contrário, eu tenho dezenas de vícios, erros, falhas, e várias outras milhões de coisas que, assim, se a gente for fazer a lista… Meu deus do céu, eu sou praticamente o Iggy Pop.

 

Mas tem um porquê do meu carinho com o terror, e é exatamente ele que eu to aprofundando. Nos últimos anos eu comecei a teorizar e pesquisar e imaginar esse terror como uma forma de entender o terror ficcional, uma forma de entender o terror real. Então eu participei da Monstra Nuvem de Cinema, que a gente falou sobre o sistema penitenciário, esse ano a gente queria falar sobre o sistema manicomial – infelizmente o governo cortou as nossas verbas, e a gente falava sobre essa sócio monstruosidade, ou seja, o terror real. Do que realmente temos medo, né? Temos medo de uma fila do SUS? Temos medo de assalto? Temos medo de sequestro? Temos medo de coisas reais. Quando a gente assiste um filme de terror, de uma certa forma a gente se prepara para esse real. Então, por exemplo, o vampiro nada mais é do que o medo que a gente tem do estuprador, que vai atravessar a sua janela e sugar o que você tem de mais precioso, que é o seu sangue. Nesse ciclo de encontros, nessa mostra, a gente conversou com pessoas que passaram pelo terror real, psicólogos, cineastas, performers… A gente tirou apenas da tela pra criar uma relação real com esse medo. Pra que a gente possa entendê-lo, e a partir do momento que a gente consegue entender como ele funciona dentro da gente, a gente pode quebrá-lo.

 

Bom, isso é um lado da pesquisa, e o outro lado aconteceu na comunidade, no complexo de favelas da Maré, onde eu tive a oportunidade maravilhosa de trabalhar com Vida Real, que é uma ONG, e a gente deu aula de Cinema… Lá dentro eu dei aula de “Terrir”, o terror que faz rir. E a minha pesquisa e aonde eu procurei foi criar um… Quando essas crianças, que são crianças em situação de risco, né, ou o pai tá na boca, ou o pai tá preso… Quando essas crianças se colocam em comparação com os heróis, elas não criam identificação. Porque ela não se parece com a Gisele Bündchen, ela não tem uma BMW… Então ela se sente um monstro. Mas a grande quebra é que o monstro não é ruim. O monstro só é diferente. E a gente pode ver que essa ideia já acontece e tá sendo levada, por exemplo, com o Monster High, Monstros S.A., Hotel Transilvânia (que eu acho maravilhoso). A gente tem uma série de filmes infantis, animações infantis, que mostram esse monstro com sentimentos, amor, saudade, desejo, que são sentimentos humanos. Então, na verdade, a gente tem esse bom e esse ruim dentro da gente, né, a gente tem essa luz e a sombra, a gente tem o monstro e o herói, mas não temos só um de cada. Então a forma como a gente consegue criar essa relação do diferente, e o diferente também ser legal.

 

Então são esses dois pontos: a sócio monstruosidade e esse terror como uma forma de nos identificarmos como diferentes. E somos, né. Somos diferentes. Cores diferentes, tamanhos diferentes, mas com as mesmas capacidades. Então é isso que eu to estudando agora no mestrado – to tentando, vamos lá! Oremos, acendemos velas ao capiroto, tomara que dê certo, mas eu quero aprofundar porque eu já fui pro meio, já fui pro campo, agora vamos ver pro academicismo como que isso acontece.

 

E artisticamente, que é o que a galera quer saber, nos shows de burlesco eu trago muitas referências de terror. No cinema eu acabei de fazer a minha primeira vilã, foi maravilhoso, que é A volta dos desesperados, que eu sou a Mulher Caveira, bruxa má, malvada, que rouba o RÁ do Sérgio Mallandro. Foi ótimo, foi a minha primeira vilã, foi uma super experiência, eu passei semanas brincando de dar risada maligna. Na sequência disso o outro longa, que vai rolar daqui a pouquinho, é com a Larissa Anzoategui, que eu to muito orgulhosa porque eu admiro muito essa mulher, são pouquíssimas mulheres diretoras no Brasil, essa é uma delas. Então eu to super orgulhosa do convite. Vou pro Mato Grosso pra gravar com ela, a gente vai passar o ano novo gravando, var ser maravilhoso. E ano que vem tem outro filme, com o Fernando Rick, da Black Vomit Filmes, que é um grande amigo. Se chama Pérolas aos porcos, to muito orgulhosa também do convite. Ah, e o outro longa que já tá finalizado, tá só em processo agora de pós, que é o Hospital, que também eu sou a protagonista. To muito feliz porque esse ano foi um ano realmente muito bom, cinematograficamente foram vários longas, clipes… Enfim, foi um ano muito bom pra mim.

 

E agora, aliás, hoje, dou início ao Curta Cinema, logo mais, às 8h da noite no Odeon. É o maior festival de curtas-metragens da América Latina, e eu sou a mestre de cerimônias. Então to super orgulhosa de fazer parte.

 

 

♦ Larissa Maxine: qual é o seu maior medo?

 

 

Então, meu maior medo… Eu tenho medo de dormir à noite. Tenho medo de janela aberta. Quando eu tinha 13 anos eu morava com os meus avós, a gente tinha uma condição financeira legal e tal, tinha até segurança na casa… E o pedreiro da obra ao lado conseguiu passar pelos seguranças, ninguém viu ele, e ele entrou pelo meu quarto, pela janela do meu quarto. E foi um trauma muito grande que perpetua até hoje. Então eu não consigo dormir de janela aberta, às vezes eu tenho terror noturno, às vezes eu escuto barulhos na janela… Diversas vezes eu troco o dia pela noite, porque a janela à noite me dá medo. Isso é do que eu tenho mais medo. E aí esse medo… Anos de terapia, aaaaaaaaanos de terapia, eu cheguei à conclusão de que isso faria parte de mim porque fez parte da história da minha vida.

 

Então eu comecei a criar formas de que esse medo se tornasse consciente, que eu entendesse o porquê eu tava tendo aquele pesadelo, eu entendesse que aquele barulho que eu to ouvindo não é real, que são coisas da minha cabeça. E hoje em dia eu escolhi, realmente, eu escolhi seguir a luta de que nenhuma mulher vai ser abusada, dentro ou fora de casa… Eu escolhi, eu levantei essa luta. Porque já que na minha vida, infelizmente, eu passei por isso, eu tenho certeza que posso fazer algo pra que nenhuma outra menina tenha medo de dormir.

 

 

♦ Me conte sobre o seu trabalho com dança burlesca.

 

 

Bom, eu acho que pra gente começar essa pergunta, eu vou dividir ela em algumas partes. A primeira parte é explicar um pouquinho de onde surgiu o “burlesco”. No século XVI a mulher não podia ser atriz, era uma profissão exclusivamente masculina. Então essas prostitutas, morrendo de vontade de serem atrizes, começaram, enquanto tiravam as suas roupas, a cantarem, dançarem e atuarem.

 

Aliás, é muito recente essa associação entre a profissionalização da atriz. O burlesco, na verdade, ele tá muito mais próximo de um tipo de commedia dell’arte do que realmente de um tipo de dança. Apesar de mesclar, ele ainda é muito mais considerado um tipo de atuação. Aliás, a nossa maior burlesca foi a Carmen Miranda.

 

Mas, como diversas outras artes, existe uma característica de acreditar que a arte é aquela da galeria. Que a arte que vale a pena ser vista, que vale a pena ser incentivada, que vale a pena ter um mecenas, é aquela que seja exclusiva. Exclusiva no sentido de “só eu entendo”, “só eu tenho acesso”, “só eu posso comprar”. Então as artes que são do grande público, as artes que são do grande meio não são consideradas arte. Por exemplo: o samba. O samba é uma expressão artística. O funk: o funk é uma expressão artística. Mas por atingir classes sociais mais baixas, existe um preconceito muito grande. Então a gente já começa por aí: o burlesco sofre um preconceito e ele não é considerado arte diversas vezes, porque existe esse achismo de que a arte tem que ser rica. E na verdade a arte tem que ser sentimento.

 

E a história do burlesco, como que ele surge, de onde ele vem… Ele é um manifesto para que essas mulheres atingissem uma igualdade. Então, já que você não me dá essa igualdade, eu dou um jeito de “burlar” as regras. Eu dou um jeito de, com brincadeira e simpatia, vencer. Então eu acho que o burlesco hoje em dia, mais do que nunca, ele é relevante, ele é relevante pro movimento feminista, e ele é relevante pra outras artes também, e pro cotidiano da mulher… Porque ainda ganhamos menos no nosso mercado de trabalho, ainda temos acessos limitados a determinadas profissões. Então eu acho que o burlesco é sim muito fundamental.

 

 

Aí, eu acho que uma coisa muito importante que eu gostaria que você frisasse nessa entrevista é que o fato de a mulher andar de sainha, o fato de a mulher se exibir na noite, usar pouca roupa, fazer um comercial de cerveja, não importa o que ela estiver usando… Nada abre o requisito para que o homem a toque, para que o homem a abuse. Aonde eu quero chegar é que a culpa do estupro jamais é da mulher. A culpa do estupro é do estuprador. A gente tem uma inversão de valores quando a gente fala de crimes de violência sexual, principalmente em países de origem cristã, origem monoteísta, porque se coloca que a pecadora é essa Eva. A pecadora é essa mulher. E na verdade não é. Se eu quiser sair agora vestida de coelhinha da Playboy pra ir comprar pão, porque estou me sentindo linda de coelhinha da Playboy, ninguém pode me tocar. Pode olhar, pode ter a sua erótica lá na sua cabeça, pode ter as fantasias mil, mas não pode me encostar. Não pode me danificar, não pode chegar perto de mim.

 

 

♦ Não imagino que o tratamento que você recebe de homens e também de mulheres seja fácil muitas vezes.

 

 

O preconceito, o machismo, ele não é só dos homens. O machismo também acontece entre mulheres, e aí explico: existe uma questão social de competição feminina, que durante anos fomos colocadas nesse lugar onde esse território nos pertence, esse macho nos pertence, então brigamos umas com as outras. Mas cada vez mais deixamos de lado esse animalesco e passamos a ter uma compreensão racional, e nessa racionalidade a gente entende que juntas somos mais fortes. Que a briga de uma é a briga de todas. Que se o seu salário hoje é pouco, ou se você leva cantada do seu chefe, se você se sente constrangida todos os dias pra ir pro seu trabalho, você não é a única. Então se você falar sobre, a gente consegue ter mais força e mais potência. Foi muito difícil conseguir aprovar a lei Maria da Penha, foi necessário que essa mulher sofresse muito. E até hoje a gente tem violência doméstica…

 

Claro que a profissão que eu escolhi… Eu me coloquei num extremo, né. Eu me coloquei num extremo onde eu dou entrevista, onde eu to na noite, onde grito muito. Me coloquei na linha de frente. Mas nem sempre é fácil. Já aconteceu, por exemplo, de ir fazer a unha e a manicure não querer fazer a minha unha por dizer que eu trabalho na noite. E aqui poderia entrar toda uma relação sobre se trabalhar na noite, mas me limito apenas a dizer que às vezes a gente tem que tirar uma força muito grande de nós mesmas. A gente tem que, realmente, levantar da cama com a força de mudar o mundo. Seja no trabalho, como professora na Maré, te falei já né, a gente tem esses dois processos, que é o processo de cinema, que a Maré também não é nada fácil, seja nas casas noturnas, seja enfrentando, muitas vezes, preconceito de pessoas que teoricamente eu até considerava próximas, e aí eu vejo os olhares de julgamento… Mas por mais difícil que seja essa luta, eu não faria ela se eu não achasse que eu não pudesse mudar. E mais do que tudo: eu sou boa vivant, né amiga! Eu quero me divertir, eu gosto. Eu gosto da diversão, eu gosto de dançar, eu gosto do que faço e acho que sou uma artista mais completa a partir do momento em que me vejo plena.

 

 

♦ Uma frase atribuída a Toulouse-Lautrec diz: “o amor é uma doença que te preenche com um desejo de ser desejado.” Comente.

 

 

Eu vou citar a Viviane Mosé. O que é ser gostoso e o que é ser gostosa? Ser gostoso e ser gostosa é comer a vida e deixar a vida te comer. Como se a gente tivesse num banquete, a gente experimenta tudo. Alguns pratos a gente repete, outros a gente decide que não quer mais. Mas a gostosura da vida talvez seja essas tentativas e esses experimentos, e definitivamente a não-certeza. Eu acho que o amor definitivamente não é uma doença. O amor é aquele momento e aquela plenitude, onde você quer tão bem o outro que você compreende que muitas vezes não é perto. Você quer essa felicidade do outro. Você quer vê-lo bem. Então eu acho que o amor não é uma doença. Talvez, em termos clínicos, a doença seria a paixão. A paixão sim, a paixão é química, a paixão é corporal, a paixão é animalesca, a paixão é irracional. O amor não. Pesamos e pensamos no melhor para o outro. Então eu acho que o que me preenche hoje é a vontade de amar, mesmo sabendo que é difícil isso acontecer. Quanto mais velha eu fico, mais eu vejo que é difícil gostar de quem também gosta de mim. Então, quando esses raros momentos acontecem, eu faço o meu melhor pra que essa história, seja de um dia ou um ano, seja feliz.

 

 

♦ Você é feliz?

 

 

Eu acho que a primeira coisa e a primeira parte bem importante é a gente entender que felicidade é “estado”. Então oras somos felizes, oras somos tristes, e a gente precisa ter essa cadência e essa sequência de sentimentos para sermos seres humanos. O que faz da gente ser humano é exatamente essa transição de sentimentos. Não somos monocordes, vivemos tudo isso, vivemos todos esses panteões. Então, se eu sou feliz? Às vezes sim, às vezes não. Acho que é a melhor forma de poder te explicar isso a forma como eu vejo. Hoje, agora, enquanto compro uma pizza numa super boa companhia depois de ter saído do cinema… Sim, estou feliz.

 

 

♦ Quem influencia diretamente o seu trabalho? Quem são seus ídolos e seus heróis?

 

 

Maria Callas é a minha maior referência. Os Rolling Stones, Tempest Storm, Dario Argento. Todos referências artísticas fortíssimas. Isaac Asimov, Paulo Leminski e Rita Lee.

 

 

♦ Existe algo que você sempre quis responder e nunca te perguntaram? Se sim, responda com toda a liberdade.

 

 

Rapaz, vou te falar que eu acho que não. Acho que já me perguntaram de tudo na vida. Até umas coisas bem absurdas. Não… Acho que não tem nada que nunca tenham me perguntado.

 

Larissa Maxine no videoclip/curta-metragem Quando a Lua Cheia sai: um Maldito Filme do Matanza:

Confira aqui o ensaio de capa da R.Nott Magazine issue #43, com Larissa Maxine

vinicius.rnott@gmail.com

<p>Doutorando em Estudos Literários pela UFPR. Tradutor. Estudante da literatura grega antiga. Autor de artigos científicos que ninguém nunca vai ler. Escritor. Autor do livro de contos ‘Razões do agir de um bicho humano’, publicado pela Confraria do Vento em 2015. Curioso do desenho e da fotografia. Nunca um entusiasta.</p>

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