Revista virtual de arte e cultura

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Cassiano Terra Rodrigues, estreante no nosso Ruído, fala sobre a união da humanidade através da música: um sonho ainda não realizado, mas que segue aceso dentro de cada cultura

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De Platão a Barry White, para que serve a música senão para alterar ou influenciar o nosso estado de espírito? Seria ela capaz de influenciar ou conduzir ações concretas no mundo e na sociedade? Júnior Baracat investiga o tema.

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Como pode um tema te marcar emocionalmente através de anos, ou te transportar, tal como uma máquina do futuro, para um contexto completamente separado do teu agora? Coluna por Vinicius Ferreira Barth, Procol Harum e Martin Scorsese.

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Rômulo Candal nos fala sobre a mudança no conceito de “álbum” nos tempos de streaming, e de como os artistas estão, em diferentes frentes, se readaptando a um mercado cada vez mais imaterial e virtual, completamente oposto à solidez do nosso saudoso “bolachão”.

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Quem assume o Ruído nesse mês é o Amao Quartet, quarteto de guitarras elétricas formado em Porto Alegre. Reflexões composicionais e a ambiguidade entre o erudito e o pop, o sisuso e o cômico: veja um pouco sobre como funciona o processo de criação do Amao nessa coluna (muito bem)

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Juliano Samways, nosso guru de headphones, inaugura a coluna Ruído de 2017 falando sobre as relações entre o fenômeno musical e a imagem. Por que estamos tão acostumados a “ver” a música?

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Vinicius Ferreira Barth faz um panorama dos primeiros anos do post-punk, uma das fases mais versáteis de toda a história do Rock.

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Nosso caro Rômulo, conhecido nestas bandas por usar camisetas do Deep Purple, fala sobre o multifacetado rock ‘n roll em tempos de agora.

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Nosso caro Junior Baracat discorre sobre o problema da classificação arbitrária praticada por críticos de rock. Por que tudo é ‘antes ou depois’ do punk? Para essa discussão convidamos também Jorge Luis Borges para dar um palpite.

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Em que medida a audição de um álbum está interligada com o meio por onde é transmitida e com seus intrínsecos defeitos e variações? O colunista convidado para Ruído nesse mês, o caríssimo Diego Dias, fala sobre o papel do ruído, da desordem e da memória dentro da apreciação musical,

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Rômulo Candal trata de um tema que gostamos de perseguir na R.Nott: o “clássico”. Fazendo um paralelo com a obra de Italo Calvino, Rômulo nos pergunta por que deveríamos ouvir os clássicos. Além de ouvi-los, recomendamos que você leia a coluna.

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Rômulo Candal, colunista convidado e estreante na R.Nott, fala um pouco sobre os nossos prazeres musicais secretos, aqueles que, tais como uma barra de chocolate escondida na gaveta do criado mudo, nós consumimos luxuriosamente apesar da culpa cristã que nos acusa.

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Neste mês, Juliano Samways pensa a respeito da herança deixada pelo Desconstrucionismo de Derrida, que acabou se tornando uma desconstrução destrutiva. Basta, apenas, desconstruir, e nunca propor uma reconstrução?

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Um manuscrito descoberto no Mar Morto no século XXI compila os postulados e as geometrias do fenômeno musical. Seguem aqui o texto completo e as conclusões da equipe de pesquisa que o analisou.

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Antes da época de memorizarmos músicas através da fita cassete ou das incessantes repetições da Jovem Pan, antes mesmo de um registro estritamente gráfico, provavelmente antes da fala, cantávamos a nossa história e os nossos mitos. Juliano Samways reflete sobre a música e a memória da humanidade.

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Junior Baracat, colunista convidado pra iniciar o Ruído em 2016, utiliza as palavras de Heráclito para nos falar sobre a singularidade das nossas experiências auditivas. Assim, como num rio, é possível mergulhar duas vezes na mesma música?

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Eduardo Karas, colunista convidado para produzir o Ruído deste mês, trata desse tremendo assunto que às vezes aparece nas nossas páginas: existe atenção e existe pensamento quando toda a música do mundo te invade de maneira tão instantânea e discrepante? Antes de conferir o seu facebook, leia e pense sobre

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Lielson Zeni, colunista convidado para escrever a coluna Ruído deste mês, se embrenha, ou quase, nas densas matas da música instrumental. O que é a música sem palavras? Que energia ela emite e o quê, enfim, ela nos diz?

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A música das esferas e a misteriosa vibração dos espaços infinitos são assuntos que nos acompanham desde a Antiguidade. O belo texto de Bernardo Brandão aborda esse mistério e conta um pouco da história desse pensamento.

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O que é o punk dentro do ambiente acadêmico? Juliano Samways aborda esse incrível tema e pensa sobre como a anarquia pode sobreviver dentro da máquina do estado e desse ambiente extremamente controlado da burocracia universitária.

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Juliano Samways, nosso filósofo guitarrista, discute a construção da ideologia de gênero na música e o papel do artista dentro dessa catalogação. Grandes artistas, em sua individualidade, são capazes de romper as barreiras do gênero, formando novas categorias? Descubra aqui.

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[vc_row][vc_column][vc_column_text] John Gellman - San Diego (1975) [/vc_column_text][edgtf_separator type="normal" position="center" color="rgba(255,255,255,0.01)" top_margin="29" bottom_margin="0"][vc_column_text]O que torna uma música um “clássico”? Perseguindo uma pergunta aparentemente tão simples, Juliano Samways se embrenha no conceito dessa rotulação – tão metafísica quanto simbólica – da qual lançamos mão diariamente. [/vc_column_text][edgtf_separator type="normal" position="center" color="rgba(255,255,255,0.01)" top_margin="29" bottom_margin="0"][edgtf_separator type="normal" position="center" color="rgba(255,255,255,0.01)"

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O misticismo de Milton Nascimento em uma Minas Gerais dos anos 60 e a profundidade dos abismos de Pascal, debatidos e refletidos por Juliano Samways, o mago da música desta R.Nott Magazine.

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O som e o sentido, a música das esferas. Tratamos todos, nesta coluna, do interminável Ruído da vida, desde a aurora do mundo até as bombas-pimentas-lacrimogêneas. Por Juliano Samways.

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Juliano Samways investiga os tortuosos caminhos da antropologia da música de hoje e sempre, do senso comum musical e do que constrói essa inexplicável massa sonora que nos alimenta.

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: A história de um século inteiro contada na coluna Ruído desse mês, por Juliano Samways. E talvez, imaginando no fundo da mente alguns acordes de guitarra, você saiba bem de quem ele está falando.

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Depois de décadas e mais décadas de discos de ouro, de platina, top 10, Billboard e etc., a indústria musical se constrói hoje a partir do viral, dos cliques e visualizações. O que é a Estética do Viral em épocas de fama cada vez mais efêmera?

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A incapacidade do novo artista em ser nada. Juliano Samways discute a arte-produto e a hipsterização do que seria a arte contemporânea, essa forma disforme e infantilizada incapaz de adentrar os verdadeiros mistérios do Nada.

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